Fazia tempo, né?
Mas não se empolga, essa foi suave.
Domingo eu e o Rodrigo fomos no Shopping Tatuapé procurar por promoções, já que a grana tá curta mas a gente ainda não quer apelar pra 25 de Março. Vi muita roupa legal mas nenhuma me cativou daquele jeito especial, sabe? Bom, quase. Tinha uma camisa xadrez azul lá que, sinceramente, estou pensando nela até agora. Mas não foi o bastante.
Depois de experimentar umas 50 calças e 2 blusas, resolvemos ir pra outra loja. Não sei se era eu ou as roupas que estavam sem graça. Exceto uma. Uma jaqueta que vimos na direção da saída. Eu não sei se isso foi uma leve inveja da jaqueta do Paulo Henrique, que eu tinha usado um dia antes e achado da hora, mas fui até lá ver. A jaqueta era pesada mas não era grossa, o forro dela era tão bom que quando a gente colocava a touca, ficava até meio surdo, quiá. E tinha um selinho escrito "fabricado no Vietnã". Mesmo que fosse mentira, tu já imagina a minha cara de guerrilheira contente na hora, meus olhos brilhantes e a Sarah Connor que habita a minha consciência falando "Compra, compra!". Vesti e ficou foda. Rodrigo vestiu e ficou boa nele também. Enfim, muito linda, muito quentinha.
Daí que comprei a jaqueta.
Fui pro caixa, paguei e fiquei olhando a mocinha se esmilinguir pra tirar o alarme da touca. Não conseguiu. Pediu pro colega dela ajudar. Daí que o gurizão, na hora de tirar o alarme, se empolgou e provocou um rasguinho, na parte de trás da touca.
Porra mano, minha jaqueta! Vendedor desgranhento!
E essa jaqueta, mano, à prova de balas, à prova de guerra, mas rasga com um alarme de loja?!
Pedi pra trocar, mas não tinha outra jaqueta P, preta, igual.
Eu poderia ter relevado, comprado a jaqueta cinza (que também era linda, mas depois de meia hora falando no ouvido do Rodrigo "a preta ou a cinza, a preta ou a cinza?" e ter escolhido a preta, eu não ia voltar atrás), ou inventado uma história de que ela era realmente do Vietnã e aquilo era um buraco de raspão de bala - idiota, acha que no Vietã só tem guerra, tsc tsc -, mas desembolsar 150 conto num jaco furado é foda.
Acabei cancelando a compra e pegando meu $ de volta. Economizei 150 pratas que, a bem da verdade, não podia gastar. Mas fiquei triste. A jaqueta tinha realmente me cativado.
=(
O Rô comprou umas blusas lindas noutra loja, ficou super feliz e depois fomos pra casa dele.
E eu ainda estou pensando na jaqueta; por quantas batalhas passaríamos, quantos tecos de comida eu deixaria cair nela, quantas aventuras enfrentariamos e em quantas histórias teríamos pra contar no inverno que vem. Snifs.
Bah, eu me desapego... Ou junto uma grana pra ir até a Renner do Vietnã comprar um jaco original e ver se lá só tem guerra mesmo que nem todo mundo fala. Hunf!
Mas não se empolga, essa foi suave.
Domingo eu e o Rodrigo fomos no Shopping Tatuapé procurar por promoções, já que a grana tá curta mas a gente ainda não quer apelar pra 25 de Março. Vi muita roupa legal mas nenhuma me cativou daquele jeito especial, sabe? Bom, quase. Tinha uma camisa xadrez azul lá que, sinceramente, estou pensando nela até agora. Mas não foi o bastante.
Depois de experimentar umas 50 calças e 2 blusas, resolvemos ir pra outra loja. Não sei se era eu ou as roupas que estavam sem graça. Exceto uma. Uma jaqueta que vimos na direção da saída. Eu não sei se isso foi uma leve inveja da jaqueta do Paulo Henrique, que eu tinha usado um dia antes e achado da hora, mas fui até lá ver. A jaqueta era pesada mas não era grossa, o forro dela era tão bom que quando a gente colocava a touca, ficava até meio surdo, quiá. E tinha um selinho escrito "fabricado no Vietnã". Mesmo que fosse mentira, tu já imagina a minha cara de guerrilheira contente na hora, meus olhos brilhantes e a Sarah Connor que habita a minha consciência falando "Compra, compra!". Vesti e ficou foda. Rodrigo vestiu e ficou boa nele também. Enfim, muito linda, muito quentinha.
Daí que comprei a jaqueta.
Fui pro caixa, paguei e fiquei olhando a mocinha se esmilinguir pra tirar o alarme da touca. Não conseguiu. Pediu pro colega dela ajudar. Daí que o gurizão, na hora de tirar o alarme, se empolgou e provocou um rasguinho, na parte de trás da touca.
Porra mano, minha jaqueta! Vendedor desgranhento!
E essa jaqueta, mano, à prova de balas, à prova de guerra, mas rasga com um alarme de loja?!
Pedi pra trocar, mas não tinha outra jaqueta P, preta, igual.
Eu poderia ter relevado, comprado a jaqueta cinza (que também era linda, mas depois de meia hora falando no ouvido do Rodrigo "a preta ou a cinza, a preta ou a cinza?" e ter escolhido a preta, eu não ia voltar atrás), ou inventado uma história de que ela era realmente do Vietnã e aquilo era um buraco de raspão de bala - idiota, acha que no Vietã só tem guerra, tsc tsc -, mas desembolsar 150 conto num jaco furado é foda.
Acabei cancelando a compra e pegando meu $ de volta. Economizei 150 pratas que, a bem da verdade, não podia gastar. Mas fiquei triste. A jaqueta tinha realmente me cativado.
=(
O Rô comprou umas blusas lindas noutra loja, ficou super feliz e depois fomos pra casa dele.
E eu ainda estou pensando na jaqueta; por quantas batalhas passaríamos, quantos tecos de comida eu deixaria cair nela, quantas aventuras enfrentariamos e em quantas histórias teríamos pra contar no inverno que vem. Snifs.
Bah, eu me desapego... Ou junto uma grana pra ir até a Renner do Vietnã comprar um jaco original e ver se lá só tem guerra mesmo que nem todo mundo fala. Hunf!

Cara, essa vc vai me contar PESSOALMENTE na mesa do buteco, batendo na mesa e falando "PORRA!!!"
ResponderExcluirahhahahahahahaha
Huahahaha... Que merdinha, né, amore! Mas depois acharemos uma jaqueta legal pra vc! =) =***
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