... Com quem, galera? Não escutei!
Como sempre, preciso compartilhar minhas desventuras, rs. Espero que não durmam no meio do texto.
Introdução breve: comecei a trabalhar na Vila Olímpia, e hoje precisei ir até o Sindicato dos Gráficos, fazer a homologação da empresa anterior.
Fui de trem, mais prático, e já começou tudo errado, porque me perdi: desci no Brás e andei pra burro, a Rangel Pestana inteira, e o Sindicato fica pertinho da estação Pedro II. Cheguei 1h atrasada, a moça muito simpática do RH estava me esperando, coitada. Quando nos atenderam, a homologação não pode ser feita por motivos "burrocráticos", terei que voltar lá naquele lugar tão belo na segunda-feira, de manhã.
Voltando pra empresa (às 15:40h) passei pela Lapa e comprei R$ 1,50 de amendoins (um detalhe importante), e me deu uma vontade enorme e repentina de passar no SENAC onde comecei a fazer a pós-graduação. Tava ali perto, custava nada. Desci do trem e, chegando na escola, vi que reformaram toda a entrada, ficou muito bonitinha. Peguei uma senha de atendimento. Tinha 2 malucos fazendo matrícula com as 2 meninas que estavam atendendo. Pra quem já estudou no SENAC, sabe que a matrícula pode demorar uma eternidade, e como eu tinha que voltar logo pro trabalho, abortei a missão. Joguei a senha no lixo e voltei pra estação de trem.
Antes de passar pela catraca, lembrei que não tinha conferido os meus créditos do bilhete único. Me deu um pânico, e se os créditos não dessem a passagem? Tentei passar na catraca e, claro, não deu. Fui ver quanto tinha e, mano, vc não acredita. Tinha R$ 2,61 de crédito. Eu não consegui embarcar POR CAUSA DE 4 CENTAVOS!!!
Procurei dinheiro pela bolsa pra comprar um bilhete e achei o saquinho de amendoins (rá!), mais uma moedinha de 10 centavos. Pensei "será que pode carregar só 10 centavos no bilhete? Quiá quiá, loser, vou tentar". Mas não tinha guichê pra recarregar o bilhete, só aquelas máquinas que NÃO ACEITAM MOEDAS! Fui atrás de um banco, e depois de andar e andar a lapatoda, achei um caixa 24h no terminal rodoviário e tirei 20 reais. Comprei um bilhete comum mesmo, na bilheteria da CPTM. Já me dirigia à catraca, mas achei um desaforo enorme ter tido todo esse trabalho e ir embora sem passar na escola, que estava ali perto. Custava nada.
Voltei ao SENAC. Chegando lá, ainda não tinham chamado a minha senha, mas também não tinha ninguém na espera. Fui até o lixo e o papelzinho com o número ainda estava lá, peguei de volta e me atenderam. Hahaha, legal, né? Não. A informação que eu precisava era no terceiro andar, nem precisava de senha. Chegando no terceiro andar, fiz minhas súplicas pra voltar pra pós-graduação e preenchi um requerimento, que vai passar por análise, já que a grade desse ano mudou (e a mensalidade também, droga, já era pra eu ter terminado, saí resmungando).
Depois de tudo isso, saí da Lapa saltitante de alegria e peguei o trem fedido até o trabalho. No meio do caminho de volta, deparo com um cara dormindo no trem, igual a um neném... de dinossauro. Tive que tirar uma foto, QUIA QUIA QUIA. Ele mexia a língua enquanto roncava, pena que não deu pra filmar. Mancada, mas foi o momento divertido de tudo isso.
Cheguei às 17:30h no trabalho, toda amarrotada, com frio e sem ter escovado os dentes até então.
Fiquei lá até as 19:30h e cheguei em casa às 21:30h. Nem terminei de comer os amendoins.
¬¬... Eeei, acorda, vc tá dormindo igual ao cara da foto!
Como sempre, preciso compartilhar minhas desventuras, rs. Espero que não durmam no meio do texto.
Introdução breve: comecei a trabalhar na Vila Olímpia, e hoje precisei ir até o Sindicato dos Gráficos, fazer a homologação da empresa anterior.
Fui de trem, mais prático, e já começou tudo errado, porque me perdi: desci no Brás e andei pra burro, a Rangel Pestana inteira, e o Sindicato fica pertinho da estação Pedro II. Cheguei 1h atrasada, a moça muito simpática do RH estava me esperando, coitada. Quando nos atenderam, a homologação não pode ser feita por motivos "burrocráticos", terei que voltar lá naquele lugar tão belo na segunda-feira, de manhã.
Voltando pra empresa (às 15:40h) passei pela Lapa e comprei R$ 1,50 de amendoins (um detalhe importante), e me deu uma vontade enorme e repentina de passar no SENAC onde comecei a fazer a pós-graduação. Tava ali perto, custava nada. Desci do trem e, chegando na escola, vi que reformaram toda a entrada, ficou muito bonitinha. Peguei uma senha de atendimento. Tinha 2 malucos fazendo matrícula com as 2 meninas que estavam atendendo. Pra quem já estudou no SENAC, sabe que a matrícula pode demorar uma eternidade, e como eu tinha que voltar logo pro trabalho, abortei a missão. Joguei a senha no lixo e voltei pra estação de trem.
Antes de passar pela catraca, lembrei que não tinha conferido os meus créditos do bilhete único. Me deu um pânico, e se os créditos não dessem a passagem? Tentei passar na catraca e, claro, não deu. Fui ver quanto tinha e, mano, vc não acredita. Tinha R$ 2,61 de crédito. Eu não consegui embarcar POR CAUSA DE 4 CENTAVOS!!!
Procurei dinheiro pela bolsa pra comprar um bilhete e achei o saquinho de amendoins (rá!), mais uma moedinha de 10 centavos. Pensei "será que pode carregar só 10 centavos no bilhete? Quiá quiá, loser, vou tentar". Mas não tinha guichê pra recarregar o bilhete, só aquelas máquinas que NÃO ACEITAM MOEDAS! Fui atrás de um banco, e depois de andar e andar a lapatoda, achei um caixa 24h no terminal rodoviário e tirei 20 reais. Comprei um bilhete comum mesmo, na bilheteria da CPTM. Já me dirigia à catraca, mas achei um desaforo enorme ter tido todo esse trabalho e ir embora sem passar na escola, que estava ali perto. Custava nada.
Voltei ao SENAC. Chegando lá, ainda não tinham chamado a minha senha, mas também não tinha ninguém na espera. Fui até o lixo e o papelzinho com o número ainda estava lá, peguei de volta e me atenderam. Hahaha, legal, né? Não. A informação que eu precisava era no terceiro andar, nem precisava de senha. Chegando no terceiro andar, fiz minhas súplicas pra voltar pra pós-graduação e preenchi um requerimento, que vai passar por análise, já que a grade desse ano mudou (e a mensalidade também, droga, já era pra eu ter terminado, saí resmungando).
Depois de tudo isso, saí da Lapa saltitante de alegria e peguei o trem fedido até o trabalho. No meio do caminho de volta, deparo com um cara dormindo no trem, igual a um neném... de dinossauro. Tive que tirar uma foto, QUIA QUIA QUIA. Ele mexia a língua enquanto roncava, pena que não deu pra filmar. Mancada, mas foi o momento divertido de tudo isso.
Cheguei às 17:30h no trabalho, toda amarrotada, com frio e sem ter escovado os dentes até então.
Fiquei lá até as 19:30h e cheguei em casa às 21:30h. Nem terminei de comer os amendoins.
¬¬... Eeei, acorda, vc tá dormindo igual ao cara da foto!

XD Achei da hora a parte da senha. Pena que ñ serviu pra nada! Haha. Nossa, essa de ñ ter credito no cartão e nem $ é a pior das situações!
ResponderExcluir=***
HAHAHAHAHA... pOXA MUM, ESSAS SUAS DESVENTURAS DARIAM UM ÓTIMO LIVRO TAMBÉM!!....Teve direito até a fotos!... muito bom... =)
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